10 artigos mais lidos do blog da Koru do ano (2025)
Em 2025, uma pergunta ecoou pelos corredores das empresas: como liderar em meio a tantas mudanças? De um lado, a tecnologia avançava sem pedir licença. Do outro, o RH buscava formas de fortalecer a cultura e o engajamento. No centro de tudo, líderes como você tentavam equilibrar performance e humanidade.
Foi um ano de desafios, mas também de muito aprendizado. E aqui, no Blog da Koru, compartilhamos cada passo dessa jornada.
Agora, compilamos os 10 artigos que mais ressoaram com a nossa comunidade. São os conteúdos que ajudaram a guiar decisões, inspirar equipes e decifrar os dilemas da liderança moderna.
Venha descobrir quais foram as ideias mais poderosas de 2025 e se prepare para os desafios que vêm pela frente.
Conheça os artigos mais lidos de 2025 do Blog da Koru
Os artigos que mais se destacaram em 2025 revelam um diagnóstico preciso do mundo corporativo: a necessidade urgente de líderes que saibam navegar pela complexidade, gerenciar equipes de alta performance e humanizar a gestão. Entendendo essa demanda, a Koru se posicionou como a parceira ideal para essa evolução.
Nossas soluções, como a Jornada de Liderança e os treinamentos corporativos, foram desenhadas para preencher exatamente essa lacuna. Descubra a seguir quais foram os 10 assuntos mais lidos do ano:
1- Conflito geracional: Aprenda a usar a diversidade ao seu favor
O artigo sobre Conflito Geracional destaca que a diversidade de idades no ambiente de trabalho, embora desafiadora devido às diferenças de valores e estilos de comunicação (como a busca por estabilidade de Baby Boomers e a flexibilidade da Geração Z), é, na verdade, uma poderosa oportunidade de inovação e crescimento.
O texto argumenta que o problema não é a diferença em si, mas a falta de gestão adequada.
Para transformar esse cenário em vantagem competitiva, a Koru sugere cinco estratégias-chave:
- Reconhecer as diferenças de forma transparente;
- Valorizar as motivações comuns da equipe;
- Flexibilizar as práticas de trabalho;
- Aproveitar os pontos fortes de cada geração (como na mentoria reversa);
- Resolver conflitos de maneira construtiva, garantindo que todas as vozes sejam ouvidas para o sucesso organizacional.
2- Mapeamento de riscos psicossociais: Como preparar minha empresa para a NR-1
A saúde mental no trabalho deixou de ser um discurso e se tornou uma exigência legal inadiável. O Brasil enfrenta uma crise sem precedentes, com um aumento alarmante de 67% nos afastamentos do trabalho em decorrência de transtornos mentais em 2024.
Diante desse cenário, a nova NR-1 obriga as empresas a realizarem o mapeamento de riscos psicossociais até abril de 2026. Essa regulamentação exige que as organizações identifiquem e controlem fatores como excesso de demanda e assédio, integrando-os ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
O objetivo é ir além do checklist e promover ações concretas de prevenção, como a revisão de cargas de trabalho e o apoio psicológico, transformando a conformidade legal em uma poderosa ferramenta de gestão e bem-estar.
3- Lições do HR Tech 2025 que todo CHRO precisa ouvir
Em sua coluna, Paulo Bivar, sócio-fundador da Kinp Group, promove a tese de que o futuro do RH reside na liderança de times híbridos, compostos por humanos e agentes de Inteligência Artificial.
Segundo ele, o desafio não é mais implementar a IA, mas sim gerenciar a mudança comportamental e garantir que as pessoas a utilizem de forma eficaz.
Para isso, é crucial que o RH atue como arquiteto da transformação organizacional, unificando dados para que a IA gere valor expressivo e adotando soluções de skills matching para superar o volume desqualificado de candidatos.
4- O que é Business Acumen e como tomar decisões estratégicas orientadas por dados
Escrito por Laura Zambon, Product Manager da Koru, o artigo mostra que a competência business acumen vai muito além do conhecimento técnico e não é exclusiva de CEOs ou da área financeira.
A autora explica que business acumen é a capacidade de compreender o negócio como um todo, conectando decisões do dia a dia a indicadores como lucro, crescimento, produtividade e pessoas.
Ao desenvolver essa visão, líderes passam a tomar decisões mais consistentes, dialogar melhor com outras áreas e alinhar seus times às prioridades estratégicas da organização. Com exemplos práticos em áreas como produto, RH e marketing, o artigo mostra como o business acumen se aplica na rotina corporativa.
5- O que é Mentoring e Coaching? Diferenças, Significados e Como Funcionam
O tema trata de coaching e mentoring como duas formas complementares de desenvolvimento profissional que ganham cada vez mais relevância em um cenário de mudanças constantes.
A proposta é esclarecer, de maneira simples e prática, como cada abordagem funciona e em que momentos faz mais sentido recorrer a uma ou a outra. De um lado, o coaching aparece como um processo focado em objetivos claros, performance e resultados, ajudando pessoas a sair do ponto atual e alcançar metas específicas.
Do outro, o mentoring é apresentado como uma relação de troca com profissionais mais experientes, voltada ao crescimento de longo prazo, à construção de visão estratégica e ao amadurecimento da carreira. Ao longo do conteúdo, fica claro que não se trata de escolher entre um ou outro.
Quando combinados, coaching e mentoring fortalecem decisões, aceleram o desenvolvimento de lideranças e criam bases mais sólidas para o crescimento individual e organizacional, tornando o aprendizado contínuo parte da cultura das empresas.
6- A arte de delegar: como gerenciar tarefas sem chegar à exaustão
Delegar costuma ser um dos maiores desafios da liderança — não por falta de capacidade do time, mas pela sensação de que, se não fizermos tudo sozinhos, algo pode sair errado. O tema parte justamente desse ponto: liderar não é acumular tarefas, é criar espaço para o time crescer e para o líder pensar de forma estratégica.
O conteúdo mostra que delegar bem vai além de distribuir atividades.
Envolve clareza de expectativas, escolha das pessoas certas, definição de autonomia e acompanhamento sem controle excessivo, algo ainda mais crítico em modelos de trabalho híbridos e remotos. No fim, a mensagem é simples: quando a delegação é feita com intenção, todo mundo ganha.
O líder reduz a sobrecarga, a equipe ganha confiança e responsabilidade, e os resultados aparecem de forma mais consistente e sustentável.
7- Como usar IA para melhorar o clima organizacional. Confira o case da Blip
Quando o assunto é IA no RH, a conversa aqui sai do hype e entra no que realmente importa: como usar dados e tecnologia para melhorar o clima organizacional de forma prática e responsável.
Na sua coluna, Marilia Tosetto, diretora de Talent Management na Blip, compartilha uma experiência real mostrando como a inteligência artificial pode ampliar — e não substituir — a capacidade humana de análise e decisão. O tema percorre o uso da IA na leitura de comentários abertos de pesquisas de clima, revelando que notas e indicadores isolados nem sempre contam a história completa.
Ao combinar análise semântica, interpretação de sentimentos e contexto de mercado, fica claro como decisões mais precisas evitam erros estratégicos e permitem agir antes que o clima se deteriore.
8- O RH como orquestrador de humanos e IA com a Agentic AI
A conversa aqui vai além de simplesmente adotar IA no RH e entra em um ponto mais estratégico: como o RH passa a orquestrar pessoas e sistemas inteligentes em um novo modelo de trabalho.
Na sua análise, Daniel Spolaor, CEO da Koru, apresenta a Agentic AI como essa virada de chave — uma IA capaz de compreender contexto, tomar decisões, executar ações e aprender continuamente.
O tema traz exemplos práticos de como agentes de IA podem antecipar problemas, apoiar lideranças e automatizar fluxos críticos da jornada do colaborador, ajudando o RH a deixar de ser reativo e assumir um papel mais preditivo e conectado ao negócio.
Mais do que tecnologia, o foco está em como combinar automação com critério humano. No centro dessa transformação está o próprio RH, que passa a atuar como orquestrador entre humanos e IA.
A provocação final é clara: desenvolver fluência em IA, pensamento crítico e sensibilidade humana deixou de ser opcional — é o caminho para que o RH lidere, de fato, o futuro do trabalho.
9- O que é storytelling e seu impacto na formação de líderes
Storytelling não é só contar uma boa história — é uma das ferramentas mais poderosas da liderança. No dia a dia das organizações, ele transforma dados frios em mensagens que conectam, dão sentido às decisões e mobilizam pessoas em torno de um propósito comum.
O tema mostra como narrativas bem construídas ajudam líderes a inspirar, engajar equipes e fortalecer a cultura, especialmente em contextos de mudança, diversidade e trabalho híbrido.
Quando a comunicação vai além do racional e acessa o lado emocional, a mensagem se torna mais clara, memorável e capaz de gerar ação.
No fim, a reflexão é direta: liderar é criar significado. E o storytelling, quando usado com autenticidade e intenção, deixa de ser um recurso de comunicação para se tornar uma competência essencial de quem quer influenciar, engajar e liderar de verdade.
10- O que é pensamento crítico e 7 ações para desenvolver na equipe
Pensamento crítico virou um diferencial raro em um mundo com excesso de dados, respostas rápidas e decisões apressadas. Mais do que “pensar melhor”, o tema fala sobre questionar o óbvio, identificar vieses e transformar informação em decisões mais conscientes e estratégicas.
O conteúdo mostra como equipes que desenvolvem pensamento crítico conseguem sair do piloto automático, evitar soluções superficiais e lidar melhor com complexidade, especialmente em contextos de IA, mudanças constantes e pressão por resultados.
Questionar, buscar evidências, analisar cenários e decidir com clareza passa a ser parte da rotina — não exceção.
No fim, a mensagem é direta: times que pensam criticamente inovam mais, erram menos e aprendem mais rápido. Desenvolver essa habilidade não é só uma escolha de liderança, é uma necessidade para quem quer construir equipes mais autônomas, maduras e preparadas para o futuro.
As lições que 2025 deixou para quem lidera o futuro do trabalho
Esse conjunto de conteúdos mostra que liderar hoje exige muito mais do que domínio técnico ou experiência prévia. Exige repertório, consciência, capacidade de adaptação e, principalmente, disposição para rever modelos que já não funcionam.
Os artigos mais lidos do ano deixam claro: o futuro da liderança passa por gente, por cultura e por decisões mais humanas, mesmo em um cenário cada vez mais tecnológico.
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