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Tecnologia e Inovação

O impacto real da nuvem no desempenho empresarial | Koru

15 de October de 2025

Você faz pão em casa ou compra pronto?

Assim como é mais prático (e econômico) comprar um pãozinho na padaria do que fazer em casa, usar a nuvem em vez de montar seu próprio data center costuma ser uma escolha de praticidade e custo.

Já montei e gerenciei muitos data centers e posso garantir: dá muuuuuito trabalho. Você precisa de espaço físico refrigerado, energia com UPS e gerador, rede redundante, switches, roteadores, firewalls, servidores, storages... E isso é só o começo. Tem ainda os firmwares, sistemas operacionais, bancos de dados, aplicações, tudo exigindo monitoramento, automação, gerenciamento, administração e backup.

Se você cansou só de ler essa lista, imagina manter tudo funcionando 24h por dia, sem falhas, sem invasões, sem brechas. E ainda tem os desastres naturais: terremotos, tsunamis, furacões. Aí entram os modelos IAAS, PAAS, SAAS... Melhor fazer ou comprar pronto?

Mas por que algumas empresas ainda investem em data centers

Se é mais fácil comprar, por que tanta gente ainda monta data center? Simples: as IAs precisam de servidores parrudos, e esses servidores precisam de datacenters robustos. IA como serviço ou plataforma exige infraestrutura pesada. Fora isso, não conheço empresa que queira montar datacenter só para uso próprio.

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Qual nuvem escolher?

Vamos ao que interessa. Se você vai desenvolver uma aplicação, já definiu a arquitetura? Um dos maiores custos costuma ser o banco de dados, e a licença pesa bastante.

  • Vai usar Oracle? Considere a OCI. ⁠
  • ⁠Vai de Microsoft SQL? Azure é o caminho.
  • ⁠Nenhum dos dois? AWS ou Google são ótimas opções.

Escolha a nuvem que oferece as melhores ferramentas para desenvolver e manter sua aplicação. Todas têm prós e contras e questões comerciais que podem influenciar sua decisão.

Ah, só precisa subir um servidor (IAAS)?

  • Vai usar Windows? Azure tende a ser mais vantajoso financeiramente.
  • ⁠Não vai usar Windows? Escolha a que oferecer melhor custo-benefício e que seu time domine melhor.

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Evite os erros mais comuns

A nuvem é como uma casa com conta de água e luz. Com um clique, você aumenta processamento, memória, disco, transfere dados... Mas depois vem a conta. Se o tráfego for entre regiões diferentes, o custo pode subir bastante.

Dica de ouro: desligue os recursos quando não estiver usando. Na maioria das nuvens, você para de pagar pelo processamento, mas continua pagando pelo armazenamento. Aí você deve lembrar da sua mãe falando para você apagar a luz...

Outro erro comum: deixar o banco de dados em uma zona e a aplicação em outra. Esse tráfego “inocente” já causou sustos financeiros em muita empresa.

E se tudo der errado?

Pouca gente pensa nisso, mas deveria: BCRS (Business Continuity and Recovery Services) e o famoso DRP (Disaster Recovery Plan).

E se o data center da nuvem tiver um acidente e ficar fora do ar? Você tem backup offsite dos dados e do código da aplicação? Consegue restaurar em outro local?

Leia o contrato. A maioria das nuvens garante SLA de 99,99%, mas dentro da mesma região. Se você acha que nunca vai acontecer, me chama que eu conto como é estar em Nova York no 11 de Setembro ou no Japão quando houve o tsunami.

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