Escola Koru

Como o time de design da Korú tem utilizado a inteligência artificial na criação de imagens?

Muito tem se falado sobre IA, então, resolvi contar um pouco sobre uma das utilizações que temos dado para ela aqui em nosso time de design e criação. 

No mês de maio, o time pedagógico lançou um desafio para o time de design, ao solicitar uma alteração no design e nos elementos identificativos, o famoso rebranding,  do nosso guia do aluno. A ideia era construir um material que fosse mais a cara da Korú, com mais identidade e com um storytelling engajador.

Vamos ao passo a passo desse processo?

Primeira etapa: Estruturando a história que será contada

Existem várias técnicas para contar uma boa história, mas uma das mais famosas e mais utilizadas, em filmes, séries, desenhos, jogos e diversos outros contextos, é a Jornada do Herói. Inclusive, é possível achar milhares de artigos e vídeos analisando as histórias dos filmes da Pixar e da Disney a partir desse método. 

A Jornada do Herói foi criada em 1949, com 17 etapas, por Joseph Campbell, que se baseou em Sigmund Freud. Mas a versão que conhecemos hoje, de 12 passos, foi adaptada por Christopher Vogler, no livro “A Jornada do Escritor”, em 2006. 

E foi a partir dessa técnica que estruturamos a narrativa para esse guia.

Você pode ler mais sobre storytelling e jornada do herói em nosso blog <<clique aqui>>.

Segunda etapa: Que imagem queremos que esse herói passe?

História criada, ta na hora de seguir para o design. Aqui, o time começa a criar a personalidade desse herói. Que padrão visual queremos dar? Quais cores da nossa paleta utilizar? Quais referências vamos buscar?

O time escolheu seguir o caminho dos super-heróis, com cores verde e rosa. A ideia era fugir do estereótipo e ter um herói que usa rosa em nosso material. 

Terceira etapa: tentando (e falhando) em construir as imagens que vão fazer parte do guia com IA.

Nós queríamos ter no material um herói que fosse Korú e para isso teríamos que criar do zero. Mas como tirar da nossa cabeça e colocar no papel a nossa visão de imagem?

Foi aí que o time decidiu utilizar a ferramenta Dall.e, inteligência artificial da OpenAI, para gerar as imagens. Parece fácil, não é mesmo? Mas a jornada tem suas adversidades. E as primeiras imagens geradas estavam bem distantes do que gostaríamos de ter em nosso material, e pelos mais diferentes motivos.

Umas eram muito simples…

…Outras tinham erros, como um braço a mais…

E assim, muitas tentativas foram feitas

Quarta etapa: aprendendo a escrever um bom prompt

Dar um comando para uma máquina não é uma tarefa simples. Por isso, nessa etapa, o time foi estudar mais profundamente sobre como escrever um prompt que gerasse um melhor resultado. 

Então, mais alguns testes foram feitos, primeiro, a partir de prompts exemplo, com outros temas, para entender o caminho e, depois, com o tema que gostaríamos. E o segredo, segundo o time, está em conseguir dar os detalhes certos.

Somando esse estudo às experiências que eles tinham feito, foi possível chegar em uma imagem que entregasse as qualidades procuradas. Enfim, temos nosso herói!

E aí, tendo uma base e entendendo o caminho, ficou fácil de fazer as derivações para o resto do material. Inclusive, uma das minhas imagens geradas favoritas está na página que conta sobre os desafios enfrentados na preparação para o mercado de trabalho. 

Como queremos ser transparentes com qualquer pessoa que tenha acesso a esse guia, o time fecha o material com uma mensagem que informa sobre a geração das imagens via ferramenta de inteligência artificial.

E você, já começou a pensar que utilidades as novas ferramentas podem ter na sua vida pessoal e profissional?

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