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O que é esse tal de UX?

Toda empresa oferece uma experiência aos seus clientes, a diferença é se ela é planejada para ser relevante ou não. 

Nos últimos anos, muitas companhias começaram a entender a importância desse planejamento para impactar positivamente os seus consumidores.

Segundo Cory Lebson, autor do livro “The UX Careers Handbook”, UX ou Experiência de Usuário é a prática de atender às necessidades das pessoas antes, durante e após o desenvolvimento do produto ou serviço. 

Sendo assim, UX não se trata apenas de um momento de contato gerado, mas também de uma jornada de relacionamento entre empresa e cliente.

Pensando nisso, quero propor uma reflexão: Qual foi a última experiência marcante que você teve como pessoa usuária de um produto ou serviço? Tire 2 minutos e reflita!

Espero que você tenha conseguido pensar em uma boa experiência, embora esse não seja o padrão para a maioria que geralmente se lembra logo das experiências ruins que tiveram com alguma marca. 

Afinal, uma experiência ruim tem o potencial de destruir toda uma relação construída com uma empresa, fazendo com que seus clientes deixem de consumir seus produtos e serviços.

Então, entender seus clientes e suas necessidades é cada vez mais necessário para conseguir se comunicar de forma assertiva com eles, gerando, assim, experiências planejadamente positivas. 

Como é o caso da Disney, que é planejada nos mínimos detalhes para gerar uma experiência que marque a vida das pessoas

Esse cuidado com a mágica gerada no local vai desde a quantidade de latas de lixo, as fantasias dos funcionários e funcionárias e os corredores escondidos, ao orçamento extra que cada personagem tem para gerar momentos de felicidade para clientes do parque. 

Ou até mesmo o caso do Google, que gera uma experiência que facilita a vida das pessoas. 

Quantas vezes você foi à ferramenta realizar uma pesquisa hoje? Eu mesma, só para escrever esse artigo, usei o Google mais de 10 vezes, tanto para pegar uma citação quanto para confirmar um dado. 

E por que nossa experiência nele é tão boa? 

Porque o Google atende alguns requisitos básicos de usabilidade que geram experiências positivas, como: layout simples e intuitivo, algoritmos elaborados para entender o que o usuário quer buscar, boa apresentação e organização dos resultados, sugestão de complementos de palavras e um aprendizado sobre o perfil do usuário.

Gerar boas experiências em gênero, número e grau!!!

Gerar boas experiências é extremamente importante, entretanto, nem sempre isso é suficiente, as empresas precisam pensar em formas de também evitar as experiências negativas de seus clientes, por exemplo, com os pop ups salvadores, que impedem de fechar uma página sem salvar o que estava sendo digitado para não perder todo o trabalho dedicado.  

Pensar em experiência é ir além da interface, é pensar na usabilidade, na jornada. É incluir sentimentos e emoções no processo, assim como felicidade, praticidade, alívio. 

É entender verdadeiramente seus usuários. É por isso que não existe receita de bolo ou modelo pronto. É preciso dedicar tempo, esforço, diálogo e, principalmente, escuta. 

Como começar? Uma boa forma é por meio da pesquisa de experiência de usuário, mas essa é uma conversa para outro post! Até lá! 🙂

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